Publicado por Gilberto Prazeres, em 16.01.2014 às 09:50

Partido segue pressionando por mais espaço na Esplanada
Apesar de possuir cinco ministérios, a presidência do Senado e o comando da Câmara Federal, o PMDB entende que a sua aliança com a presidente Dilma Rousseff (PT) ainda pode render mais espaços no Governo Federal. E esse pensamento, expresso em tom de cobrança/ameaça, é feito sem pudor algum. O partido não faz o mínimo esforço para aplacar os comentários de que sua fidelidade tem preço e que isso não é medido por programa governamental ou qualquer linha ideológica que seja. Não há o constrangimento de se assumir fisiologista.
Até porque os ministérios comandados pelo PMDB não são nenhum exemplo de qualidade administrativa e inovação, que o diga o ministro Edison Lobão, que muitas vezes passa a noção de que não sabe para onde vai a importante pasta de Minas e Energia.
O caráter das reivindicações peemedebistas faz com que o Palácio do Planalto aposte na realização de mais um blefe do partido aliado, quando este sugere que poderia deixar a aliança se não for atendido. Ora, quem demonstra tanta gula teria, na leitura de setores do governo, não abriria mão do muito que já tem para militar na oposição.
Então, sabedor do seu próprio descrédito, o PMDB joga com as armas que tem. Vai apostar na atuação parlamentar e, principalmente, no comando das duas casas legislativas para forçar Dilma a rever suas posições.
Sob a batuta dos baluartes da ética Renan Calheiros (Senado) e Henrique Eduardo Alves (Câmara), os peemedebistas ainda contam com a atuação do comprometidíssmo deputado Eduardo Cunho (RJ) para jogar terra nas principais propostas de interesse do Executivo no Parlamento. É um jogo antigo, mas que eles não cansam de repetir.
O PT, Lula e Dilma sabiam que o script seria esse. Agora, todos eles precisam driblar os efeitos negativos de uma aliança que se resume à adição de tempo de rádio e televisão.
Partido segue pressionando por mais espaço na Esplanada
Apesar de possuir cinco ministérios, a presidência do Senado e o comando da Câmara Federal, o PMDB entende que a sua aliança com a presidente Dilma Rousseff (PT) ainda pode render mais espaços no Governo Federal. E esse pensamento, expresso em tom de cobrança/ameaça, é feito sem pudor algum. O partido não faz o mínimo esforço para aplacar os comentários de que sua fidelidade tem preço e que isso não é medido por programa governamental ou qualquer linha ideológica que seja. Não há o constrangimento de se assumir fisiologista.
Até porque os ministérios comandados pelo PMDB não são nenhum exemplo de qualidade administrativa e inovação, que o diga o ministro Edison Lobão, que muitas vezes passa a noção de que não sabe para onde vai a importante pasta de Minas e Energia.
O caráter das reivindicações peemedebistas faz com que o Palácio do Planalto aposte na realização de mais um blefe do partido aliado, quando este sugere que poderia deixar a aliança se não for atendido. Ora, quem demonstra tanta gula teria, na leitura de setores do governo, não abriria mão do muito que já tem para militar na oposição.
Então, sabedor do seu próprio descrédito, o PMDB joga com as armas que tem. Vai apostar na atuação parlamentar e, principalmente, no comando das duas casas legislativas para forçar Dilma a rever suas posições.
Sob a batuta dos baluartes da ética Renan Calheiros (Senado) e Henrique Eduardo Alves (Câmara), os peemedebistas ainda contam com a atuação do comprometidíssmo deputado Eduardo Cunho (RJ) para jogar terra nas principais propostas de interesse do Executivo no Parlamento. É um jogo antigo, mas que eles não cansam de repetir.
O PT, Lula e Dilma sabiam que o script seria esse. Agora, todos eles precisam driblar os efeitos negativos de uma aliança que se resume à adição de tempo de rádio e televisão.
Do Blog da Folha.
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