O secretário geral do PSB, Carlos Siqueira, não mediu palavras para definir a carta que oficializou a entrega dos cargos que o partido ocupava e consequente saída da legenda do governo da presidente Dilma Rousseff (PT); para Siqueira, mais do que prestar contas, o documento é um registro da participação do PSB na história política do País e que, embora permaneça como um aliado histórico do PT – cuja aliança começou em 1989 –, o partido não está disposto a “enxovalhar o seu nome” como um partido fisiológico.
DO PORTAL BRASIL 247
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