Josias de Souza 05/06/2013 05:08

Em telefonema a André Puccinelli, Michel Temer avisou que Dilma liberou as verbas
Na sucessão presidencial de 2010, o governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB) apoiou a candidatura derrotada do tucano José Serra. Para 2014, ele acaba de receber um bilhão de motivos para se juntar à caravana reeleitoral de Dilma Rousseff. As razões para a conversão de Puccinelli materializaram-se na edição desta terça-feira (4) do Diário Oficial da União.
Por ordem de Dilma Rousseff, o ministro Guido Mantega (Fazenda) mandou publicar dois extratos de contratos. Num, a União assume o papel de avalista de empréstimo do BNDES ao Mato Grosso do Sul. Coisa de R$ 733,5 milhões. Noutro, autoriza-se o repasse de R$ 357,4 milhões. Dinheiro de um guichê federal chamado Proinveste. Que chegará às arcas geridas por Puccinelli por meio do Banco do Brasil.
Com essas verbas, Puccinelli financiará praticamente todo o plano de obras do resto de sua gestão, orçado em cerca de R$ 1,2 bilhão. A programação inclui desde a construção de um grande hospital até duas unidades da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul. Passa também a abertura e revitalização de rodovias.
O Socorro monetário havia sido requerido em maio do ano passado por Puccinelli, que tem como adversário na política local o senador petista Delcídio Amaral. Para desassossego do governador, a coisa perambulou de escaninho em escaninho por um ano. Na última segunda-feira (3), o vice-presidente Michel Temer tocou o telefone para o correligionário. Informou que os contratos que ele tanto aguardava seria publicados no dia seguinte. Dito e feito.
Cumpridas as formalidades, o dinheiro está agora na bica de ser liberado. Estima-se que estará à disposição do governo Puccinelli na primeira quinzena de julho. Na disputa presidencial passada, Puccinelli pedia votos para si e para Serra com desenvoltura. Agora, descobre que Dilma também tem lá os seus encanto.
Em telefonema a André Puccinelli, Michel Temer avisou que Dilma liberou as verbas
Na sucessão presidencial de 2010, o governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB) apoiou a candidatura derrotada do tucano José Serra. Para 2014, ele acaba de receber um bilhão de motivos para se juntar à caravana reeleitoral de Dilma Rousseff. As razões para a conversão de Puccinelli materializaram-se na edição desta terça-feira (4) do Diário Oficial da União.
Por ordem de Dilma Rousseff, o ministro Guido Mantega (Fazenda) mandou publicar dois extratos de contratos. Num, a União assume o papel de avalista de empréstimo do BNDES ao Mato Grosso do Sul. Coisa de R$ 733,5 milhões. Noutro, autoriza-se o repasse de R$ 357,4 milhões. Dinheiro de um guichê federal chamado Proinveste. Que chegará às arcas geridas por Puccinelli por meio do Banco do Brasil.
Com essas verbas, Puccinelli financiará praticamente todo o plano de obras do resto de sua gestão, orçado em cerca de R$ 1,2 bilhão. A programação inclui desde a construção de um grande hospital até duas unidades da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul. Passa também a abertura e revitalização de rodovias.
O Socorro monetário havia sido requerido em maio do ano passado por Puccinelli, que tem como adversário na política local o senador petista Delcídio Amaral. Para desassossego do governador, a coisa perambulou de escaninho em escaninho por um ano. Na última segunda-feira (3), o vice-presidente Michel Temer tocou o telefone para o correligionário. Informou que os contratos que ele tanto aguardava seria publicados no dia seguinte. Dito e feito.
Cumpridas as formalidades, o dinheiro está agora na bica de ser liberado. Estima-se que estará à disposição do governo Puccinelli na primeira quinzena de julho. Na disputa presidencial passada, Puccinelli pedia votos para si e para Serra com desenvoltura. Agora, descobre que Dilma também tem lá os seus encanto.
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