Ilimar Franco
Reação do Planalto
A presidente Dilma rejeita a avaliação, de governistas, sobre sua responsabilidade no impasse na votação da MP dos Portos. Considera que virou moda culpar sua suposta “intransigência”. Na opinião do governo, a queda-de-braço decorre de “interesses contrariados” e porque integrantes da base aliada usam a complexidade do tema para “fazer beicinho”.
Não há inocentes
Negociadores do governo, e do parlamento, na votação da MP dos Portos dizem que o entrave decorre dos muitos interesses econômicos em jogo. E que não há conversa capaz de dissipar os conflitos. Há empresários, que têm outorgas nos portos públicos, que querem manter seu monopólio, e são contra que outros empresários possam investir na criação de portos privados. Governadores, como Eduardo Campos (PE), querem manter seu poder de licitar, no caso, no porto de Suape. E centrais sindicais, como a Força Sindical, que lutam para manter e estender o poder do Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO).
“Estamos há um ano e meio das eleições. Ainda tem muito tempo para conversar sobre alianças e candidaturas nos Estados”
Rui Falcão
Presidente do PT e deputado estadual (SP), falando das divergências entre o PT e o PMDB, principais partidos de sustentação ao governo Dilma
O caminho das pedras
O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), desativou movimento em seu partido para esvaziar a votação da MP dos Portos segunda-feira. Seu argumento: cada um vote no que acredita, mas comparecem à sessão.

O eleito
A presidente Dilma não tem pressa em anunciar. Mas o procurador Rodrigo Janot foi escolhido para assumir a Procuradoria-Geral da República, quando Robeto Gurgel deixar o cargo. Dois fatores pesaram na definição: o fato de ser o primeiro da lista e o de não pertencer à ala do Ministério Público identificado como pró-Gurgel.
Reação do Planalto
A presidente Dilma rejeita a avaliação, de governistas, sobre sua responsabilidade no impasse na votação da MP dos Portos. Considera que virou moda culpar sua suposta “intransigência”. Na opinião do governo, a queda-de-braço decorre de “interesses contrariados” e porque integrantes da base aliada usam a complexidade do tema para “fazer beicinho”.
Não há inocentes
Negociadores do governo, e do parlamento, na votação da MP dos Portos dizem que o entrave decorre dos muitos interesses econômicos em jogo. E que não há conversa capaz de dissipar os conflitos. Há empresários, que têm outorgas nos portos públicos, que querem manter seu monopólio, e são contra que outros empresários possam investir na criação de portos privados. Governadores, como Eduardo Campos (PE), querem manter seu poder de licitar, no caso, no porto de Suape. E centrais sindicais, como a Força Sindical, que lutam para manter e estender o poder do Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO).
“Estamos há um ano e meio das eleições. Ainda tem muito tempo para conversar sobre alianças e candidaturas nos Estados”
Rui Falcão
Presidente do PT e deputado estadual (SP), falando das divergências entre o PT e o PMDB, principais partidos de sustentação ao governo Dilma
O caminho das pedras
O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), desativou movimento em seu partido para esvaziar a votação da MP dos Portos segunda-feira. Seu argumento: cada um vote no que acredita, mas comparecem à sessão.
O eleito
A presidente Dilma não tem pressa em anunciar. Mas o procurador Rodrigo Janot foi escolhido para assumir a Procuradoria-Geral da República, quando Robeto Gurgel deixar o cargo. Dois fatores pesaram na definição: o fato de ser o primeiro da lista e o de não pertencer à ala do Ministério Público identificado como pró-Gurgel.
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