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O presidente da Câmara Federal, Marco Maia (PT-RS), deve ser um daqueles aloprados que o ex-presidente Lula costuma citar para justificar algum mal feito do partido ou de seus filiados.
Pois só um aloprado petista seria capaz de oferecer o prédio da Câmara como abrigo aos parlamentares condenados no processo do mensalão, como ele ofereceu, nesta quinta-feira, com o argumento de que os pedidos de prisão só podem ser cumpridos no prédio com autorização da Polícia Legislativa.
Ontem, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu a prisão imediata de réus condenados no processo do mensalão, entre eles José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil e homem forte do primeiro governo Lula.
O procurador-geral deixou para enviar o pedido no dia em que o STF encerrou seus trabalhos do ano. Se ele tivesse feito o pedido um dia antes, o caso poderia ainda ser analisado pelo plenário, mas com pouca chance de ser aceito. A prática comum no tribunal é determinar a prisão apenas com o processo transitado em julgado, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso.
Como o plenário do STF não vai se reunir mais com o início do recesso hoje, caberá ao presidente do tribunal e relator do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, analisar o pedido, o que deve ser feito amanhã, sexta-feira.
Ao todo, foram 25 réus condenados no processo e 11 deles terão que cumprir a pena inicialmente em regime fechado. Se Joaquim Barbosa deferir o pedido da Procuradoria, eles passariam a cumprir a pena imediatamente.
Isso se o mundo não acabar amanhã ou se Marco Maia não armar uma tenda na Câmara para abrigar o João Paulo Cunha (PT-SP), Pedro Henry (PP) e Valdemar da Costa Neto (PR-SP), os três deputados condenados.
O presidente da Câmara Federal, Marco Maia (PT-RS), deve ser um daqueles aloprados que o ex-presidente Lula costuma citar para justificar algum mal feito do partido ou de seus filiados.
Pois só um aloprado petista seria capaz de oferecer o prédio da Câmara como abrigo aos parlamentares condenados no processo do mensalão, como ele ofereceu, nesta quinta-feira, com o argumento de que os pedidos de prisão só podem ser cumpridos no prédio com autorização da Polícia Legislativa.
Ontem, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu a prisão imediata de réus condenados no processo do mensalão, entre eles José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil e homem forte do primeiro governo Lula.
O procurador-geral deixou para enviar o pedido no dia em que o STF encerrou seus trabalhos do ano. Se ele tivesse feito o pedido um dia antes, o caso poderia ainda ser analisado pelo plenário, mas com pouca chance de ser aceito. A prática comum no tribunal é determinar a prisão apenas com o processo transitado em julgado, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso.
Como o plenário do STF não vai se reunir mais com o início do recesso hoje, caberá ao presidente do tribunal e relator do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, analisar o pedido, o que deve ser feito amanhã, sexta-feira.
Ao todo, foram 25 réus condenados no processo e 11 deles terão que cumprir a pena inicialmente em regime fechado. Se Joaquim Barbosa deferir o pedido da Procuradoria, eles passariam a cumprir a pena imediatamente.
Isso se o mundo não acabar amanhã ou se Marco Maia não armar uma tenda na Câmara para abrigar o João Paulo Cunha (PT-SP), Pedro Henry (PP) e Valdemar da Costa Neto (PR-SP), os três deputados condenados.
Por Divane Carvalho.
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