Enviado por Marcos Coimbra -
Política
De uns tempos para cá, difundiu-se uma nova teoria sobre a popularidade de Dilma. À boca pequena, os “grandes entendidos”, os que “sabem tudo de Brasília”, não têm dúvida: é coisa de João Santana!
Para quem não sabe, é bom logo explicar. Ele é o profissional de marketing que assessora a presidente desde o começo do governo. Foi o responsável pela campanha que a levou à vitória em 2010.
Sua proeminência data de quando assumiu a campanha de Lula na reeleição. Embora o ex-presidente já tivesse voltado a ser favorito desde o início de 2006 – quando o eleitorado digeriu e superou o famoso “mensalão” -, aquela não foi uma eleição tranquila.
Até os últimos dias do primeiro turno – e o começo do segundo -, a oposição política e social ainda acreditava que tinha condições de derrotá-lo.
Moveu tudo que estava ao alcance, contando com a participação entusiasmada dos principais veículos de comunicação nacionais - que não titubearam no endosso à candidatura de Geraldo Alckmin (mais, até, que o próprio esperava). Mas Lula resistiu e terminou vencendo.
E João Santana soube fazer uma televisão que o ajudou (em muito). Como foi, quatro anos depois, um ator fundamental na campanha de Dilma.
Santana enveredou pelos caminhos do marketing político e eleitoral através de Duda Mendonça, de quem cedo se tornou um dos mais importantes colaboradores.
Com o ostracismo de Duda – o coordenador da campanha de Lula em 2002 -, provocado por suas intempestivas declarações à CPI que investigava as denúncias contra o mensalão, ele assumiu o protagonismo.
Política
Para quem não sabe, é bom logo explicar. Ele é o profissional de marketing que assessora a presidente desde o começo do governo. Foi o responsável pela campanha que a levou à vitória em 2010.
Sua proeminência data de quando assumiu a campanha de Lula na reeleição. Embora o ex-presidente já tivesse voltado a ser favorito desde o início de 2006 – quando o eleitorado digeriu e superou o famoso “mensalão” -, aquela não foi uma eleição tranquila.
Até os últimos dias do primeiro turno – e o começo do segundo -, a oposição política e social ainda acreditava que tinha condições de derrotá-lo.
Moveu tudo que estava ao alcance, contando com a participação entusiasmada dos principais veículos de comunicação nacionais - que não titubearam no endosso à candidatura de Geraldo Alckmin (mais, até, que o próprio esperava). Mas Lula resistiu e terminou vencendo.
E João Santana soube fazer uma televisão que o ajudou (em muito). Como foi, quatro anos depois, um ator fundamental na campanha de Dilma.
Santana enveredou pelos caminhos do marketing político e eleitoral através de Duda Mendonça, de quem cedo se tornou um dos mais importantes colaboradores.
Com o ostracismo de Duda – o coordenador da campanha de Lula em 2002 -, provocado por suas intempestivas declarações à CPI que investigava as denúncias contra o mensalão, ele assumiu o protagonismo.
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