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O próximo passo
O governador Eduardo Campos (PSB) e o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) iniciaram uma distensão política, na tentativa de deixar para trás os pesados embates eleitorais do passado. Até o momento, apenas o senador e o deputado federal Raul Henry (PMDB) acenaram por meio da Imprensa com a possibilidade dessa distensão caminhar para uma aliança política no médio prazo - mais precisamenate, nas eleições de 2014. O governador, por seu lado, não falou oficialmente do assunto mas esse entendimento vem causando desconfortos em ambos os lados do balcão da política pernambucana. Na esvaziada oposição, os deputados Sérgio Guerra (PSDB) e Mendonça Filho (DEM) lançaram olhares atravessados para o assunto, acontecendo o mesmo com os senadores governistas Armando Monteiro Neto (PTB) e Humberto Costa (PT). E não poderia ser diferente: uma possível união entre Eduardo e Jarbas, se concretizada, provocará uma completa reformulação do quadro partidário no estado. Essa hipótese evidentemente passa pelas eleições municipais deste ano especialmente pelo desfecho da disputa no Recife. Mesmo que não seja da Frente Popular, o futuro prefeito não vai querer embate com o governador e as razões são várias e pragmáticas: o governo tem grandes obras para a capital, como os corredores de ônibus, a requalificação do rio Capibaribe e os viadutos da Avenida Agamenon Magalhães. A propósito a candidatura do peemedebista Raul Henry a prefeito do Recife, com a simpatia de Eduardo, é também um dos fatores que preocupam o grupo alternativo da Frente Popular e que deixa o senador Armando Monteiro Neto (PTB) com a pulga atrás da orelha.
O governador Eduardo Campos (PSB) e o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) iniciaram uma distensão política, na tentativa de deixar para trás os pesados embates eleitorais do passado. Até o momento, apenas o senador e o deputado federal Raul Henry (PMDB) acenaram por meio da Imprensa com a possibilidade dessa distensão caminhar para uma aliança política no médio prazo - mais precisamenate, nas eleições de 2014. O governador, por seu lado, não falou oficialmente do assunto mas esse entendimento vem causando desconfortos em ambos os lados do balcão da política pernambucana. Na esvaziada oposição, os deputados Sérgio Guerra (PSDB) e Mendonça Filho (DEM) lançaram olhares atravessados para o assunto, acontecendo o mesmo com os senadores governistas Armando Monteiro Neto (PTB) e Humberto Costa (PT). E não poderia ser diferente: uma possível união entre Eduardo e Jarbas, se concretizada, provocará uma completa reformulação do quadro partidário no estado. Essa hipótese evidentemente passa pelas eleições municipais deste ano especialmente pelo desfecho da disputa no Recife. Mesmo que não seja da Frente Popular, o futuro prefeito não vai querer embate com o governador e as razões são várias e pragmáticas: o governo tem grandes obras para a capital, como os corredores de ônibus, a requalificação do rio Capibaribe e os viadutos da Avenida Agamenon Magalhães. A propósito a candidatura do peemedebista Raul Henry a prefeito do Recife, com a simpatia de Eduardo, é também um dos fatores que preocupam o grupo alternativo da Frente Popular e que deixa o senador Armando Monteiro Neto (PTB) com a pulga atrás da orelha.
Diario Político, Marisa Gibson, DP

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