quinta-feira, 10 de maio de 2012

CPI - CACHOEIRA

Mapear a ação do lobista de Cachoeira
Para colocar um fim às especulações sobre os tentáculos e a influência do senador Demóstenes Torres (GO), quando estava a serviço do contraventor Carlos Cachoeira, o deputado Francisco Francischini (PSDB-SP), policial federal de formação, acredita que é fundamental a quebra do sigilo telefônico de todos os aparelhos usados pelo senador. Estes dados, concatenados com as missões que recebia de Cachoeira, vão permitir que a CPI conheça quais foram as autoridades e funcionários acionados por Demóstenes. O levantamento mostrará o político em ação, mas também poderá revelar outros integrantes da quadrilha.

"Kakay. Kakay. Tem o telefone do Kakay?” — Demóstenes Torres, senador (GO), pedindo aos jornalistas que procurassem o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro para tratar da decisão do Conselho de Ética.
 
Por Ilimar Franco de O Globo.

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