Enviado por Vitor Hugo Soares -
Política
Na fotografia - mal comparando com “Anos Dourados”, a famosa composição de Chico Buarque de Holanda e Tom Jobim feita de encomenda para a série romântica da TV Globo –, dois personagens da Bahia parecem, particularmente, felizes na solenidade de posse do ministro Carlos Ayres Brito, na presidência do Supremo Tribunal Federal, em Brasília, esta semana: a cantora Daniela Mercury, contente por cantar o Hino Nacional na festa, e Jaques Wagner (PT), governador do estado, cuja alegria surpreende em face do inferno astral que enfrenta estes dias no pedaço do País que ele governa.
Diga-se, a bem de sua excelência, o fato: nas fotografias da festa, no Supremo, quase todos demonstram estar felizes, a começar pela presidente Dilma Rousseff. Ressalve-se, evidentemente, a figura macambuzia do ex-presidente do Poder Judiciário, ministro Cezar Peluso.
Este, manteve-se o tempo todo com cara e jeito “de quem comeu e não gostou”, como dizem os soteropolitanos, mestres na arte de sorrir no sofrimento.
Peluso tem motivos de sobra para sair do comando da Corte sem se livrar do ar de enfado, azedume e mágoa, que elegeu como sua marca registrada (pelo menos desde a sova jurídica, ética e profissional que tomou da baiana desassombrada, Eliana Calmon, ministra corregedora do CNJ, no episódio do Zorro e o Sargento Garcia).
Mau humor piorado ainda mais, seguramente, depois das pauladas que recebeu do vice-presidente empossado do STF, ministro carioca Joaquim Barbosa – aquele que não costuma levar desaforos para casa - em resposta ao jurista paulista que, na despedida inglória, resolveu jogar seu copo cheio de rancor nas vestes de Barbosa, Eliana e Dilma.
Política
Diga-se, a bem de sua excelência, o fato: nas fotografias da festa, no Supremo, quase todos demonstram estar felizes, a começar pela presidente Dilma Rousseff. Ressalve-se, evidentemente, a figura macambuzia do ex-presidente do Poder Judiciário, ministro Cezar Peluso.
Este, manteve-se o tempo todo com cara e jeito “de quem comeu e não gostou”, como dizem os soteropolitanos, mestres na arte de sorrir no sofrimento.
Peluso tem motivos de sobra para sair do comando da Corte sem se livrar do ar de enfado, azedume e mágoa, que elegeu como sua marca registrada (pelo menos desde a sova jurídica, ética e profissional que tomou da baiana desassombrada, Eliana Calmon, ministra corregedora do CNJ, no episódio do Zorro e o Sargento Garcia).
Mau humor piorado ainda mais, seguramente, depois das pauladas que recebeu do vice-presidente empossado do STF, ministro carioca Joaquim Barbosa – aquele que não costuma levar desaforos para casa - em resposta ao jurista paulista que, na despedida inglória, resolveu jogar seu copo cheio de rancor nas vestes de Barbosa, Eliana e Dilma.
Do Bloog de Ricardo Noblat
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