Nunca um político errou tanto em tão pouco tempo quanto o deputado João Paulo (PT). Seu primeiro grande tropeço se deu na escolha de João da Costa como o seu candidato em 2008. Se o rompimento se deu antes mesmo do sucessor assumir, fica evidente que não foi feliz na escolha.
Mais na frente, o ex-prefeito, que saiu da eleição vitoriosa de 2008 com um grande capital político, confirmando a sua condição de principal liderança de massa do Estado e do PT, errou ao aceitar uma secretaria esvaziada oferecida pelo governador Eduardo Campos (PSB).
Ficou tão visível a nova mancada que sua permanência no cargo não durou três meses. Em relação a isso, é inadmissível que uma liderança do porte de João Paulo, que poderia se preservar, tenha aceitado se transformar num mero tarefeiro do governador. O seu maior erro estava por vir mais na frente.
Líder em todas as pesquisas para prefeito do Recife, João Paulo se iludiu com a gordura política e foi atropelado, mais uma vez, pelo seu partido, que negou o direito dele disputar. Se tivesse juízo e visão estratégica, como todo político que persegue o poder, teria deixado o PT e se filiado a um partido com o qual não perderia a sua identidade nem o seu viés ideológico, no caso o PV, das grandes causas ecológicas, que move corações.
Mais na frente, o ex-prefeito, que saiu da eleição vitoriosa de 2008 com um grande capital político, confirmando a sua condição de principal liderança de massa do Estado e do PT, errou ao aceitar uma secretaria esvaziada oferecida pelo governador Eduardo Campos (PSB).
Ficou tão visível a nova mancada que sua permanência no cargo não durou três meses. Em relação a isso, é inadmissível que uma liderança do porte de João Paulo, que poderia se preservar, tenha aceitado se transformar num mero tarefeiro do governador. O seu maior erro estava por vir mais na frente.
Líder em todas as pesquisas para prefeito do Recife, João Paulo se iludiu com a gordura política e foi atropelado, mais uma vez, pelo seu partido, que negou o direito dele disputar. Se tivesse juízo e visão estratégica, como todo político que persegue o poder, teria deixado o PT e se filiado a um partido com o qual não perderia a sua identidade nem o seu viés ideológico, no caso o PV, das grandes causas ecológicas, que move corações.
Por Magno Martins.
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