"É impensável que a vida sexual de uma
criança possa ser usada para revogar seus direitos. A decisão do STJ
abre um precedente perigoso e discrimina as vítimas com base em sua
idade e gênero".
Amerigo Incalcaterra,
representante da ONU para a América do Sul, sobre a decisão do STJ que
inocentou o estuprador de três meninas de 12 anos
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