Enviado por Ricardo Noblat -
BBC Brasil
A presidente Dilma Rousseff encerrou a primeira perna de sua visita de dois dias aos EUA, reunindo-se com empresários e com o presidente americano, Barack Obama, na capital, Washington.
A presidente dedicou praticamente toda sua programação pública a defender uma "agenda do século 21" entre Brasil e Estados Unidos. Mas não conseguiu evitar que os temas da velha política internacional continuassem presentes, como lembretes dos obstáculos para a relação bilateral.

Foto: Reuters
No encontro de Dilma e Obama, tão importantes quanto os assuntos que foram discutidos são os que não foram sequer mencionados: o programa nuclear do Irã, a posição de Cuba na política continental e a vaga permanente do Brasil no Conselho de Segurança da ONU.
Foi a própria Dilma quem disse a jornalistas, em uma entrevista no meio da tarde, que nenhum dos três temas – fontes de desconforto no passado – havia sido discutido na reunião de trabalho ou no almoço entre os dois líderes.
A agenda positiva de Dilma nos EUA se centrou na cooperação em áreas em que Brasil e Estados Unidos têm maior potencial de integração: aeroespacial, energia e biocombustível, defesa, atuação em segurança alimentar em terceiros países, entre outras.Além dessas, a grande aposta desta visita são as possibilidades de parcerias nas áreas de educação, ciência e tecnologia – foco da continuação da viagem de Dilma nesta terça-feira em Boston.
BBC Brasil
A presidente Dilma Rousseff encerrou a primeira perna de sua visita de dois dias aos EUA, reunindo-se com empresários e com o presidente americano, Barack Obama, na capital, Washington.
A presidente dedicou praticamente toda sua programação pública a defender uma "agenda do século 21" entre Brasil e Estados Unidos. Mas não conseguiu evitar que os temas da velha política internacional continuassem presentes, como lembretes dos obstáculos para a relação bilateral.
Foto: Reuters
No encontro de Dilma e Obama, tão importantes quanto os assuntos que foram discutidos são os que não foram sequer mencionados: o programa nuclear do Irã, a posição de Cuba na política continental e a vaga permanente do Brasil no Conselho de Segurança da ONU.
Foi a própria Dilma quem disse a jornalistas, em uma entrevista no meio da tarde, que nenhum dos três temas – fontes de desconforto no passado – havia sido discutido na reunião de trabalho ou no almoço entre os dois líderes.
A agenda positiva de Dilma nos EUA se centrou na cooperação em áreas em que Brasil e Estados Unidos têm maior potencial de integração: aeroespacial, energia e biocombustível, defesa, atuação em segurança alimentar em terceiros países, entre outras.Além dessas, a grande aposta desta visita são as possibilidades de parcerias nas áreas de educação, ciência e tecnologia – foco da continuação da viagem de Dilma nesta terça-feira em Boston.
Do Blog de Ricardo Noblat
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