Quando Ivo Correa, da Casa Civil, na quarta-feira, disse aos líderes que o governo era contra a venda de bebida alcóolica nos estádios na Copa, o líder Henrique Alves (PMDB-RN) ligou para o ministro Aldo Rebelo (Esporte), que reagiu com surpresa: "Não é possível, falei ontem com a ministra Ideli". Diante disso, o líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), ligou para a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e, à medida que ela falava, ele repetia, em voz alta: "Não há nenhum compromisso"; "Para o governo é indiferente"; e, "O Congresso decide como quiser". Chinaglia desligou o telefone e arrematou: "Além disso, os ministérios da Justiça e da Saúde são contra liberar a bebida".
"Eu não inventei isso. Eu não tirei da minha cabeça. Coloquei porque o governo pediu” — Vicente Cândido, gritou, apoplético, o relator (PT-SP) da Lei da Copa, na confusa reunião sobre a venda de bebidas.
"Eu não inventei isso. Eu não tirei da minha cabeça. Coloquei porque o governo pediu” — Vicente Cândido, gritou, apoplético, o relator (PT-SP) da Lei da Copa, na confusa reunião sobre a venda de bebidas.
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