Os governadores do Sudeste (Rio, Minas, São Paulo e Espírito Santo) adotaram uma linha comum para negociar com o governo federal, os demais estados e a União, temas polêmicos como as leis do Royalties e do Fundo de Participação dos Estados. Essa política consiste: 1. Não aceitar que seja tomada nenhuma decisão que retire receita dos estados; 2. Cobrar do Congresso e da União que seja discutido antes com os estados a adoção de medidas que impliquem em novas despesas; e, 3. Rejeitar decisões isoladas sobre medidas que afetem as finanças estaduais, exigindo que sejam adotadas amarrando diversos temas em debate.
Por Ilimar Franco de O Globo.
Neste caso para que servirá o Presidente da Reública e o Poder Executivo Federal? Ou se vive em uma Federação, com ganho e perdas de autonomia política, legislativa e financeira ou se constrói 27 Estados. No Estado único, pelo menos, a autonomia será de um só quando estiver no poder. Hugo Chaves seria um belo exemplo, embora a Constituição da Venezuela não prever tal tipo de Estado.
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