Passando incólume
Na primeira reunião com Dilma, ontem, no Palácio do Planalto, após o intenso bombardeio sofrido na mídia nacional, o ministro Fernando Bezerra saiu fortalecido. Da presidente ganhou a distinção de coordenar a reunião sobre as enchentes no País e a delegação para viajar e assistir, pessoalmente, Estados em calamidade, como Rio, Minas e Espírito Santo.
Havia – e ainda existe – uma forte torcida para a degola do titular da Integração. Que tende a enfrentar pela frente ainda uma forte exposição. Afinal, são repórteres espalhados no Estado todo, desde Suape a Petrolina, cascavilhando a vida pregressa dele.
Se até lá, nada não republicano for descoberto, FBC não perderá o trono. As denúncias que pesam contra ele, principalmente a de ter privilegiado Pernambuco, serviram apenas para rechear manchetes de jornais, blogs e sites, porque foram imediatamente respondidas, uma a uma.
Além disso, governadores de Estados atingidos pelas cheias, que podiam, hoje, revelar ira contra a postura de FBC, tiveram uma reação contrária, de elogio ao tratamento dado por ele, como Sérgio Cabral (RJ) e Anastasia (MG). A usina de fatos negativos do fogo amigo ainda está moendo, e tende a não esgotar a sua capacidade, mas o que foi revelado, pelo menos até o momento, não será capaz de tirar o emprego do ministro, que saiu animadíssimo da reunião com a presidente.
Na primeira reunião com Dilma, ontem, no Palácio do Planalto, após o intenso bombardeio sofrido na mídia nacional, o ministro Fernando Bezerra saiu fortalecido. Da presidente ganhou a distinção de coordenar a reunião sobre as enchentes no País e a delegação para viajar e assistir, pessoalmente, Estados em calamidade, como Rio, Minas e Espírito Santo.
Havia – e ainda existe – uma forte torcida para a degola do titular da Integração. Que tende a enfrentar pela frente ainda uma forte exposição. Afinal, são repórteres espalhados no Estado todo, desde Suape a Petrolina, cascavilhando a vida pregressa dele.
Se até lá, nada não republicano for descoberto, FBC não perderá o trono. As denúncias que pesam contra ele, principalmente a de ter privilegiado Pernambuco, serviram apenas para rechear manchetes de jornais, blogs e sites, porque foram imediatamente respondidas, uma a uma.
Além disso, governadores de Estados atingidos pelas cheias, que podiam, hoje, revelar ira contra a postura de FBC, tiveram uma reação contrária, de elogio ao tratamento dado por ele, como Sérgio Cabral (RJ) e Anastasia (MG). A usina de fatos negativos do fogo amigo ainda está moendo, e tende a não esgotar a sua capacidade, mas o que foi revelado, pelo menos até o momento, não será capaz de tirar o emprego do ministro, que saiu animadíssimo da reunião com a presidente.
Do Blog do Magno Martins

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