Coluna Fogo Cruzado – Folha de Pernambuco – 11 de janeiro
Completam-se hoje exatamente 10 dias que o ministro Fernando Bezerra Coelho está sob intenso bombardeio de uma parte da mídia nacional. O tiroteio já foi pior, mas alguns jornais não escondem a contrariedade por não terem conseguido cortar as asas do ministro pernambucano em pleno vôo, tal qual fizeram com seis colegas dele que foram obrigados a deixar a esplanada dos ministérios, por suspeita de improbidade, no primeiro ano da gestão da presidente Dilma Rousseff.
O ministro FBC, acusado de privilegiar o Estado de Pernambuco com verbas do seu ministério, recebeu a pronta solidariedade dos governadores dos Estados que supostamente não teria socorrido em períodos de grandes catástrofes: Antonio Anastasia (MG), Sérgio Cabral (RJ) e Raimundo Colombo (SC). Sem falar também no governador Eduardo Campos, que saiu em sua defesa desde a primeira hora, obrigando-se a esclarecer fatos que o próprio governo não quis ou não teve interesse de fazê-lo.
É como se a própria presidente Dilma tivesse ficado em dúvida sobre a conduta ética do seu ministro, motivo pelo qual não falou nenhuma vez com o governador de Pernambuco. Este, por sua vez, também não a procurou. Esperou que o próprio governo saísse em defesa de Fernando Bezerra. Se tivesse batido às portas do Palácio do Planalto para segurar FBC no cargo, Eduardo Campos teria transformado uma “questão administrativa” num “problema político”. E isso não era do seu interesse.
De graça – Atrás da agenda negativa de Fernando Bezerra Coelho, o “Estadão” noticiou ontem que o ministro nomeou o tio, Osvaldo, para membro do Comitê Técnico Consultivo para o Desenvolvimento da Agricultura Irrigada. Sem dizer, todavia, que ele não recebe remuneração.
O pedido – Com atraso de 50 dias, Dilma Rousseff exonerou ontem o ex-deputado Clementino Coelho da presidência interina da Codevasf. Clementino virou alvo da mídia nacional por ser irmão do ministro da Integração. Mas já tinha pedido para ser substituído há quase dois meses.
Completam-se hoje exatamente 10 dias que o ministro Fernando Bezerra Coelho está sob intenso bombardeio de uma parte da mídia nacional. O tiroteio já foi pior, mas alguns jornais não escondem a contrariedade por não terem conseguido cortar as asas do ministro pernambucano em pleno vôo, tal qual fizeram com seis colegas dele que foram obrigados a deixar a esplanada dos ministérios, por suspeita de improbidade, no primeiro ano da gestão da presidente Dilma Rousseff.
O ministro FBC, acusado de privilegiar o Estado de Pernambuco com verbas do seu ministério, recebeu a pronta solidariedade dos governadores dos Estados que supostamente não teria socorrido em períodos de grandes catástrofes: Antonio Anastasia (MG), Sérgio Cabral (RJ) e Raimundo Colombo (SC). Sem falar também no governador Eduardo Campos, que saiu em sua defesa desde a primeira hora, obrigando-se a esclarecer fatos que o próprio governo não quis ou não teve interesse de fazê-lo.
É como se a própria presidente Dilma tivesse ficado em dúvida sobre a conduta ética do seu ministro, motivo pelo qual não falou nenhuma vez com o governador de Pernambuco. Este, por sua vez, também não a procurou. Esperou que o próprio governo saísse em defesa de Fernando Bezerra. Se tivesse batido às portas do Palácio do Planalto para segurar FBC no cargo, Eduardo Campos teria transformado uma “questão administrativa” num “problema político”. E isso não era do seu interesse.
De graça – Atrás da agenda negativa de Fernando Bezerra Coelho, o “Estadão” noticiou ontem que o ministro nomeou o tio, Osvaldo, para membro do Comitê Técnico Consultivo para o Desenvolvimento da Agricultura Irrigada. Sem dizer, todavia, que ele não recebe remuneração.
O pedido – Com atraso de 50 dias, Dilma Rousseff exonerou ontem o ex-deputado Clementino Coelho da presidência interina da Codevasf. Clementino virou alvo da mídia nacional por ser irmão do ministro da Integração. Mas já tinha pedido para ser substituído há quase dois meses.
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