O Recife ocupa o segundo lugar, atrás apenas de Salvador, no ranking das capitais em situação de risco para ocorrência de um surto de dengue.
O alerta é do Ministério da Saúde, destacando que levantamento do índice de infestação por Aedes aegypti deste ano aponta que o Recife está com 3,1% na escala de risco de infestação - as cidades abaixo de 1% possuem índice satisfatório de controle de infestação.
Segundo o diretor de Vigilância Ambiental, Otoniel Barros, o Recife tem um problema cultural que atrapalha o combate à dengue, o histórico de intermitência de água:
“É uma cultura de 27 anos juntando água. Hoje o governo do estado está colocando água nas torneiras continuamente, mas as pessoas tem o hábito de guardá-la de uma forma que não é a correta e não é do dia para a noite que o hábito vai mudar”, pondera.
Faltou dizer que a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) contribui bastante com o aumento dos casos de dengue porque demora uma eternidade para consertar os vazamentos de água que acontecem por toda cidade.
Fonte: Divane Carvalho
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