Vereadores e o diretório municipal do PSD decidiram lançar nesta quarta-feira a pré-candidatura do presidente estadual do partido, André de Paula, à Prefeitura do Recife.
André diz que vê a iniciativa com bons olhos, uma vez que acredita que o partido pode se fortalecer com candidatura majoritária própria.
Para ele, o projeto permite ao PSD apresentar uma proposta para a cidade. “Não vejo dificuldade em atender ao chamado do partido. Sempre defendi a tese de que a melhor alternativa é candidatura própria”.
Participaram da reunião, além de Magalhães, os vereadores Gilvan Cavalcanti, Maré Malta, Romildo Gomes e ainda o presidente do diretório municipal, ex-vereador José Neves.
De acordo com Sérgio Magalhães, a decisão foi tomada após se concluir que o partido, apesar de novo, nasceu grande e assim deve se posicionar.
“André é um nome forte politicamente, tem capacidade de aglutinar e tem tudo para construir uma candidatura de peso”.
Para André, a partir desta decisão o partido começará a discutir um projeto para o Recife. Mas ele diz que política é feita de etapas e lembra que o PSD sabe que integra uma frente.
Por isso mesmo, diz, o partido considera todas as pré-candidaturas já colocadas neste bloco. Destaca que a eleição de 2012 deve ser decidida em dois turnos e acrescenta que o PSD pode apoiar e ser apoiado.
Nessa história toda é relevante lembrar que o PSD nasceu respaldado pelo PSB, do governador Eduardo Campos ao mesmo tempo em que manteve distância do prefeito João da Costa (PT).
Portanto, essa pré-candidatura, subentende-se, surge com aval e estimulada pelo Palácio do Campo das Princesas, que, como se sabe, tem como “candidato próprio” o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB).
A entrada do PSD no jogo sucessório do Recife pode ser vista, enfim, como parte da estratégia que o PSB tem adotado nessa pré-campanha: reforçar candidaturas próprias em municípios considerados estratégicos. A capital, hoje nas mãos do PT, é o principal deles.
Foto: Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press.
André diz que vê a iniciativa com bons olhos, uma vez que acredita que o partido pode se fortalecer com candidatura majoritária própria.
Para ele, o projeto permite ao PSD apresentar uma proposta para a cidade. “Não vejo dificuldade em atender ao chamado do partido. Sempre defendi a tese de que a melhor alternativa é candidatura própria”.
Participaram da reunião, além de Magalhães, os vereadores Gilvan Cavalcanti, Maré Malta, Romildo Gomes e ainda o presidente do diretório municipal, ex-vereador José Neves.
De acordo com Sérgio Magalhães, a decisão foi tomada após se concluir que o partido, apesar de novo, nasceu grande e assim deve se posicionar.
“André é um nome forte politicamente, tem capacidade de aglutinar e tem tudo para construir uma candidatura de peso”.
Para André, a partir desta decisão o partido começará a discutir um projeto para o Recife. Mas ele diz que política é feita de etapas e lembra que o PSD sabe que integra uma frente.
Por isso mesmo, diz, o partido considera todas as pré-candidaturas já colocadas neste bloco. Destaca que a eleição de 2012 deve ser decidida em dois turnos e acrescenta que o PSD pode apoiar e ser apoiado.
Nessa história toda é relevante lembrar que o PSD nasceu respaldado pelo PSB, do governador Eduardo Campos ao mesmo tempo em que manteve distância do prefeito João da Costa (PT).
Portanto, essa pré-candidatura, subentende-se, surge com aval e estimulada pelo Palácio do Campo das Princesas, que, como se sabe, tem como “candidato próprio” o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB).
A entrada do PSD no jogo sucessório do Recife pode ser vista, enfim, como parte da estratégia que o PSB tem adotado nessa pré-campanha: reforçar candidaturas próprias em municípios considerados estratégicos. A capital, hoje nas mãos do PT, é o principal deles.
Foto: Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press.
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