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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

EX-PREFEITO DE SANTA CRUZ SOBRE TENTATIVA DE SEQUESTRO



Uma tentativa de sequestro movimentou a cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste pernambucano, a 190 quilômetros do Recife, na noite de ontem. O alvo dos bandidos foi o ex-prefeito do município e ex-deputado estadual, Augustinho Rufino de Melo, segundo o blog do Ney Lima.

Dois homens armados renderam o ex-prefeito quando o mesmo chegava à sua residência, na Rua Duque de Caxias. Os bandidos tomaram o controle do veículo e colocaram Augustinho no banco de trás. Populares presenciaram o ocorrido e chamaram a polícia.

Houve perseguição e os bandidos abandonaram o veículo com o ex-prefeito na PE-160. Após ser libertado pelos sequestradores, Augustinho foi levado para a delegacia de Santa Cruz do Capibaribe. O prefeito Edson Vieira (PSDB) foi solidário, indo na delegacia da cidade e em seguida fazendo uma visita ao ex-prefeito.

EMANCIPAÇÃO - DILMA NÃO QUER QUE PÃO DE AÇÚCAR E DISTRITOS BRASILEIROS SE EAMANCIPEM E VETA NOVAMENTE PROJETO DE CRIAÇÃO DE NOVOS MUNICÍPIOS

Dilma veta projeto de lei sobre criação de municípios



A presidente Dilma Rousseff (PT) vetou integralmente, por contrariedade ao interesse público, o projeto de lei que tratava da a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de municípios. A mensagem de veto e justificativa pela decisão foram publicadas no Diário Oficial da União de hoje. O Ministério da Fazenda foi consultado sobre a proposta. A conclusão foi que a iniciativa representava gastos, colocando em risco o equilíbrio da responsabilidade fiscal.

"Embora se reconheça o esforço de construção de um texto mais criterioso, a proposta não afasta o problema da responsabilidade fiscal na federação. Depreende-se que haverá aumento de despesas com as novas estruturas municipais sem que haja a correspondente geração de novas receitas. Mantidos os atuais critérios de repartição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o desmembramento de um município causa desequilíbrio de recursos dentro do seu Estado, acarretando dificuldades financeiras não gerenciáveis para os municípios já existentes", explica a mensagem de Dilma, direcionada ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL). O plenário do Senado aprovou em 5 de agosto texto sobre a criação de municípios. O material seguiu para a sanção presidencial porque já havia passado pela Câmara dos Deputados. A votação da matéria tinha sido resultado de acordo entre Executivo e Legislativo após a presidente Dilma Rousseff ter vetado, em meados de novembro do ano passado, uma proposta apreciada pelo Congresso que regulamentava novos municípios.

ANIVERSARIANTE DO DIA

PARABÉNS PARA ANDREIA DANDA QUE ANIVERSARIA NESTA DATA.



ANIVERSARIANTE DO DIA

NOSSA HOMENAGEM E PARABÉNS, PARA O AMIGO DEPUTADO ESTADUAL VINICIUS LABANCA QUE COMPLETA IDADE NOVA NESTA DATA. O NOSSO PRESENTE É VOTAR EM 05 DE OUTUBRO 40999.






FRASE DO DIA


O problema do Brasil não é combater as elites, é a falta dela
Marina Silva, candidata do PSB

PAULO CÂMARA PROMETE CRIAÇÃO DE FUNDO PARA POLÍTICOS SOCIAIS SEMELHANTES AO FEM

Foto: Facebook
No dia em que recebeu a notícia do crescimento das intenções de voto em torno de sua candidatura, o concorrente ao governo do estado pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), anunciou que pretende criar, caso eleito, um programa de repasse de recursos para os municípios semelhante ao já existente Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM). A intenção do que Câmara chamou de "FEM Social" é tentar integrar as políticas públicas sociais do estado com a dos municípios pernambucanos. O socialista disse que o aporte de recursos dependerá de estudos que serão realizados, caso a caso, em cada cidade, mas que serão superiores aos do FEM. O fundo criado ainda pelo governo Eduardo Campos destinou R$ 228 milhões aos municípios em 2013. A previsão para esse ano é de R$ 241 milhões.

Segundo Paulo Câmara, a verba abarcará todas as áreas sociais: educação, saúde, juventude, mulher e qualquer outra onde o governo enxergue a necessidade da cessão de verba para ações específicas. "Vamos criar um FEM Social para passar recursos aos municípios para que eles possam se adequar às nossas políticas sociais e à nossa forma de gerir a educação, a saúde, a segurança. Isso vai ser feito de forma integrada. Agora, para os municípios se adaptarem, vão precisar de recursos, por isso que nós estamos denominando o programa de FEM Social. É justamente para que haja a possibilidade de investimentos e de ações nas áreas sociais", explicou. 

O candidato procurou demonstrar a diferença entre o atual FEM, criado por Eduardo Campos, e o fundo que pretende implementar. "O FEM normal é o FEM do investimento, o FEM Social, eu quis dizer assim para as pessoas entenderem mais rápido, será o dos recursos aos municípios para que possam investir em áreas sociais que são prioritárias para o estado. Eu cito a educação. Não adianta ter educação no nível médio e fundamental de qualidade, se o municipio não tem creche, não tem uma pré-escola adequada. Tudo isso é para estruturar, para que a educação em Pernambuco seja integrada. Na Saúde também. As ações preventivas são de responsabilidade do município. Então, ele precisa de recursos para melhorá-la. Isso vai ser feito através de um estudo, município a município, quais são as prioridades... Os recursos estarão garantidos para que eles possam fazer políticas públicas sintonizadas com as políticas públicas do estado", ponderou.

Fonte: Diário de Pernambuco

CÂMARA AFIRMA QUE RECEPTIVIDADE CRESCEU

Foto: Facebook
O candidato da Frente Popular ao governo do estado, Paulo Câmara (PSB), festejou o resultado da nova pesquisa Ibope, divulgada na noite desta terça-feira, na qual apresentou crescimento de 18 pontos percentuais, saindo de 11%, em julho, para 29%. O seu principal adversário, o senador Armando Monteiro Neto (PTB), da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, caiu de 43% para 38%.

“É uma tendência que não vai parar por aqui, porque as pessoas vão saber quem é a continuidade do legado de Eduardo Campos e (o governador) João Lyra Neto (PSB)”, afirmou o socialista, durante evento na noite desta terça.

Câmara afirma que a receptividade ao seu nome “cresceu muito”. “Sabíamos que quando começasse o guia, nosso nome iria crescer. As pessoas estão curiosas para saber quem é Paulo Câmara, quem é o candidato de Eduardo”, afirmou o candidato.

Na avaliação de Câmara, “essa curiosidade está se transformando em intenção de votos”. “Nosso grau de desconhecimento continua alto e é algo que vamos intensificar nos próximos dias”, finalizou Câmara.

Fonte: Blog da Folha
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A HORA DO TIRO AO ALVO




'Nunca se mente tanto como depois da pescaria, durante a guerra e antes da eleição'

As pesquisas que mostram o crescimento de Marina Silva liquidaram de vez a gentileza dos adversários. Agora, para Dilma e Aécio, é hora do jogo bruto. No segundo turno há duas vagas, disputadas por três candidatos. E dois deles acham que Marina é que deve sobrar.

Aécio até prefere livrar-se de Dilma, mas sabe que esta missão é quase impossível. Dilma acha que, se Marina for ao segundo turno contra ela, terá o apoio de Aécio; e acha também que, se Aécio for ao segundo turno, não terá certeza do apoio de Marina. Em 2010, Marina, com quase 20 milhões de votos, preferiu a neutralidade e foi para casa, largando Serra sozinho. Por que não repetir a dose?

Só resta saber quem será o primeiro a atirar em Marina. Dilma a detesta, mas pode esperar que ela e Aécio se desgastem. Aécio é mais conciliador e gostaria de aproveitar a briga sem entrar nela. Mas, de qualquer modo, o marido de Dilma, até agora um discreto militante muito próximo do PT, será chamado ao ringue. A discussão em torno do dono do jatinho que caiu, dos recursos usados para comprá-lo, da maneira como foi cedido ao candidato, já é o início da campanha para desconstruir também Eduardo Campos. Serão acusações verdadeiras? 

Não importa: como dizia o estadista alemão Otto von Bismarck, nunca se mente tanto como depois da pescaria, durante a guerra e antes da eleição. Se a verdade estiver por perto, que venha armada. E se proteja, porque ninguém gosta dela.


Fonte: Blog do Magno Martins

NÃO VOLTA, LULA!




Um velho conhecedor do ex-presidente afirma que a sensação de insatisfação com o PT parece tão forte que até ele teria dificuldades para bater Marina. 'Imagina se o Lula volta e perde?', comenta.

Para a campanha de Marina, é preciso esperar para saber se a intenção de voto nela está consolidada ou se ainda se deve, em parte, à comoção com a tragédia que matou Eduardo Campos. O coordenador Walter Feldman pede cautela: 'Os números só terão peso nas próximas pesquisas'.

Por enquanto, a ordem é manter os pés no chão com os números da pesquisa. Marina orientou os mais empolgados a 'calçar os chinelos de algodão'.

O PSB espera que a consolidação de Marina à frente de Aécio contenha, ao menos por ora, a ameaça de debandada de aliados nos Estados.


Fonte: (Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo) / Magno Martins

DEBATE NÃO VIROU VOTOS, SÓ CONSOLIDOU POSIÇÕES


Realizou-se na noite passada, na Band, o primeiro debate presidencial de 2014. Antes de trocar o evento em miúdos, aqui vai a conclusão: como já se tornou comum em programas do gênero, domados por regras ditadas pela marquetagem, não houve um vencedor. Hipertreinados, nenhum dos três principais contendores protagonizou algo que possa ser chamado de um escorregão. É improvável que o embate resulte numa virada de votos. Serviu apenas para consolidar posições. Assim, foi mais útil para Dilma e Marina, que roçam o segundo turno.

Debates entre os presidenciáveis 


Sob o impacto do Ibope divulgado horas antes, que lhe tirou o chão, restou a Aécio apresentar-se como a mudança segura. Fez isso do início às considerações finais, quando declarou, já perto de uma hora da madrugada, que Dilma representa o Brasil da “inflação alta e do crescimento baixo”. E que Marina levará o país a “novas aventuras e ao improviso”. Ofereceu “o caminho da segurança” e da “previsibilidade”. Chegou mesmo a “nomear” seu ministro da Fazenda: Armínio Fraga, ex-presidente do BC.

Quem queria ver sangue decepcionou-se. Foi ao ar a normalidade. Como atração televisiva, o debate deixou a desejar. Com mais de três horas de duração, tornou-se enfadonho do meio para o final. Começou às 22h de terça e alongou-se até 1h06 de quinta. As pestanas que resistiram até o quinto e derradeiro bloco foram ao encontro dos travesseiros com a incômoda sensação de desperdício do sono. O miolo da picanha foi servido no segundo bloco.

Como de hábito, as regras conspiraram contra o aprofundamento da discussão. Com 30 segundos para a pergunta, dois minutos para a resposta e 45 segundos para réplica e tréplica, as teses foram expostas numa profundidade que uma pulga poderia atravessar sem saltos, com água pelas canelas. Por sorte, o embuste retórico foi mantido no limite do tolerável.

Convidada a inquirir um dos rivais, Marina mirou para o alto. Evocando as manifestações de junho de 2003, a substituta de Eduardo Campos esfregou na face de Dilma o fiasco dos pactos propostos por ela como resposta ao ronco das ruas. E Dilma, fiando-se em autocritérios: “Eu considero que tudo deu certo, veja você”. Ela enumerou: a lei que destinou 75% dos royalties e do fundo social do pré-sal para a educação e 25% para a saúde, o programa Mais Médicos, a destinação de R$ 143 milhões para mobilidade urbana… A reforma política não vingou, mas isso depende de um plebiscito, disse.

Na réplica, Marina foi ao ponto: “Uma das coisas mais importantes para que a gente possa resolver os problemas é reconhecer que eles existem. Quando a gente não os reconhece, não passa nenhuma esperança para a população de que, de fato, eles serão enfrentados. Esse Brasil que a presidente Dilma acaba de mostrar, colorido, quase cinematográfico, não existe na vida das pessoas. [...] a reforma política virou substituição de ministros em troca de tempo de televisão. Vivemos uma situação de penúria na saúde, na educação e na segurança…”

Na sua vez de indagar, Dilma apontou para baixo. “Eu queria perguntar para o candidato Aécio”, disse, como que interessada a retornar à zona de conforto da polarização tucano-petista. Um embate que a conjuntura insiste em desfazer. “O Brasil tem hoje as menores taxas de desemprego da história, mesmo diante da mais grave crise internacional”, ela disse. “Quando Fernando Henrique entregou o cargo ao presidente Lula, o desemprego era mais que o dobro. O senhor falou que, se eleito, tomaria medidas impopulares. Além de cortar empregos e acabar com o aumento real do salário mínimo, quais outras medidas impopulares o senhor tem em mente?”

E Aécio: “Eu me sinto lisonjeado toda vez que a candidata me olha e enxerga o presidente Fernando Henrique. Mas acho que quem fala sempre olhando pra trás é porque tem receio de debater o presente ou não tem nada a apresentar em relação ao futuro. A senhora está enganada. Tenho dito que estamos preparados para fazer o Brasil voltar a crescer e gerar empregos cada vez de melhor qualidade. No governo da senhora, presidente, 1,2 milhão de postos de trabalho acima de dois salários mínimos foram embora porque a indústria brasileira foi sucateada.”

Aécio soou duro. Mas foi informativo. Disse que a participação da indústria no PIB recuou aos níveis da Era Juscelino Kubistchek, há 60 anos. Evocou as informações que acabam de ser divulgadas pelo Ministério do Trabalho. Súbito, escorregou na eloquência: “Os dados mostram que este mês de julho foi o pior mês de geração de emprego de carteira assinada do século, como foi junho, como foi maio… É preciso, sim, que a senhora reconheça que um país que não cresce não gera empregos. O seu governo perdeu a capacidade de inspirar confiança e credibilidade…”

Em verdade, o que os dados da pasta do Trabalho revelaram foi que, em julho passado, houve 1.746.797 contratações com carteira assinada e 1.735.001 demissões. Na conta dos empregos formais registrou-se, portando, um saldo de 11.796 novas vagas. Foi o pior resultado para um mês de julho desde 1999, sob FHC, quando foram abertos 8.057 novos postos de trabalho. Já é suficientemente ruim. O adendo do “pior mês do século”, por desnecessário, permitiu que Dilma voltasse à carga:

“A verdade, candidato, é que o governo do PSDB, que parece que o senhor não vai adotar, quebrou o Brasil três vezes… Aliás, tivemos uma redução salarial terrível durante esse período. No meu governo, nós geramos mais empregos do que vocês geraram em oito anos. Eu, em três anos e oito meses, estou gerando, 5,5 milhões de empregos.” Verdade. O problema é que Dilma fala de empregos olhando para o retrovisor. Os telespectadores mais atentos sabem que o parabrisa, embaçado pelo crescimento pífio da economia, exibe um horizonte de dias piores.

De resto, Dilma teve o azar de lidar com um tucano que optou por não esconder FHC no fundo do armário. Na tréplica, Aécio recordou uma carta elogiosa que Dilma endereçou ao ex-presidente quando ele fez aniversário de 80 anos. “Eu me permito ficar com a primeira presidente Dilma que, no início do seu mandato, escreve uma carta ao presidente Fernando Henrique cumprimentando-o pela estabilidade econômica.”

Acrescentou: “Não tivesse havido a estabilidade da moeda, contra a vontade do PT, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a modernização da nossa economia e a privatização de setores que deveriam já há muito tempo estar fora do alcance do Estado, se não houvesse tudo isso, não teria havido o governo do presidente Lula… Reconhecer a contribuição de outros governos é um gesto de grandeza que tem faltado ao seu governo.”

Ainda no segundo bloco, o sorteio brindou a platéia com a possibilidade de Aécio dirigir uma pergunta a Marina, cujo desempenho ameaça privá-lo do segundo turno. “Candidata, a senhora tem falado muito sobre a nova política. Logo que assumiu sua candidatura, apressou-se em dizer que não subiria em determinados palanques. Etnre eles o de um dos mais íntegros e preparados homens públicos do país, o governador Geraldo Alckmin. Dias depois, disse que gostaria de governar o país com o apoio de José Serra, o mesmo a quem a senhora negou apoio em 2010. Será que a nova política não precisaria ter também uma boa dose de coerência?”

Marina teve, então, a chance de reentoar o discurso que vem encantando o pedaço do eleitorado que está de saco cheio do Fla-Flu que domina a política nacional desde a sucessão 1994. “Eu me sinto inteiramente coerente. Defender a nova política é combater sobretudo a velha polarização que, há 20 anos tem se constituído num verdadeiro atraso para o nosso país.”

Prosseguiu, peremptória: “A polarização PT-PSDB já deu o que tinha de dar. Quando eu disse que não ia subir nos palanques que não havia antes acordado com nosso saudoso Eduardo Campos, mantive a coerência exatamente porque não queria favorecer os partidos da polarização. E quando digo que quero governar com os melhores do PT, do PSDB, do PMDB é porque reconheço que existem pessoas boas em todos os partidos.”

Marina finalizou a resposta dizendo que, eleita, escalará uma “nova seleção”, tirando “do banco de reservas pessoas como o senador Pedro Simon, Eduardo Suplicy…” Declarou que, ao se referir a Serra, “estava dizendo que tenho a certeza de que, quando eu ganhar a Presidência, ele não haverá de ir pelo caminho mesquinho da oposição pela oposição, que só vê defeitos, mesmo quando os acertos são evidentes. É o caso do Bolsa Família, que o PSDB tem muita dificuldade de reconhecer. Ou da situaçao pela situaçao que sói vê virtudes, mesmo quando os defeitos são evidentes, como é o caso da volta da inflação, do baixo crescimento e de todo o retrocesso que temos na política macroeconômica, que o PT tem dificuldade de reconhecer e corrigir. Eu me sinto inteiramente coerente com a renovação da política.”

Na réplica, Aécio disse ter dificuldades para entender a pregação que parece ter encantado uma fatia expressiva do eleitorado. Recuou no tempo: “Acredito que existe de verdade a boa e a má política. Não posso crer que homens como Ulysses Guimarães, Miguel Arraes e Tancredo Neves praticavam a velha política. E a boa política pressupõe coerência. Estou aqui acreditando no que sempre acreditei.”

Na sequência, Aécio insinuou que a ex-petista Marina foi contra as boas iniciativas da fase FHC. “Eu acreditava que a estabilidade da moeda era essencial para que o Brasil voltasse a crescer, acreditei que a Lei de Responsabilidade Fiscal iniciaria um novo momento, que as privatizações eram essenciais para esse mesmo crescimento econômico. Fizemos tudo isso com a oposição do seu partido à época, o PT.”

Marina não se deu por achada: “Sua fala, candidato Aécio, reforça exatamente o meu argumento. Acredito na política que pratiquei no Congresso Nacional. Por exemplo: quando foi a votação da CPMF, ainda que o meu partido fosse contra, em nome da Saúde, eu votei favoravelmente mesmo sendo o governo do PSDB. Quando foi o Protocolo de Kioto, fui eu que ajudei a aprovar porque senão seria uma vergonha. Mas infelizmente não é a mesma postura que você, juntamente com o PT, tem nessa relação PT-PSDB, que é uma relação que coloca o Brasil desunido e aparta o Brasil. Nós precisamos unir.”

Quem assistiu ao debate até esse ponto obteve o kit de informações básicas para exercitar o voto em outubro. Dilma tornou-se uma espécie de candidata-parafuso. Com o governo espanado, roda a esmo em torno de conquistas de Lula, que sua gestão precária ameaça. Mas não parece disposta a fazer concessões à autocrítica. Aécio oferece uma mudança “segura'' que tem como símbolo um futuro ministro içado do passado. E Marina tenta espantar o risco de aventura fazendo pose novidade responsável, capaz de governar com o que de melhor os quadros dos arquirivais PT e PSDB podem oferecer ao país. O cenário pode não ser animador. Mas uma nação que já acomodou no Planalto Fernando Collor precisa reconhecer que não está diante do fim do mundo.
- Serviço: para quem não assistiu, a íntegra do debate está disponível aqui.

Fonte: Blog do Josias de Souza

EM DEBATE, MARINA É POUPADA, ENQUANTO AÉCIO E DILMA RIVALIZAM

A socialista e o tucano disseram que a gestão petista é cinematográfica

Marina Silva, Aécio Neves, o jornalista Boechat e Dilma Rousseff no debate da Band. /SEBASTIÃO MOREIRA (EFE)

 No dia em que uma pesquisa eleitoral apontou que Marina Silva venceria as eleições presidenciais no segundo turno, a candidata do PSB mirou os ataques ao Governo Dilma Rousseff (PT) durante o primeiro debate entre os concorrentes, na noite desta segunda-feira, na Rede Bandeirantes, em São Paulo. A socialista disse que o Brasil apresentado por Rousseff é “quase cinematográfico, não é o Brasil que existe”.

A mesma linha foi seguida pelo outro oposicionista, Aécio Neves (PSDB): “Temos agora uma extraordinária oportunidade de confrontar o mundo real com o mundo imaginário. O sonho dos brasileiros hoje é morar em uma propaganda do PT.

A petista, por sua vez, não entrou no embate contra Marina, só com Aécio. Ela se contentou em defender sua gestão de críticas econômicas e das acusações contra a administração da Petrobras. Rousseff quis vincular Aécio ao governo de seu correligionário Fernando Henrique Cardoso dizendo que em oito anos, ele quebrou financeiramente o Brasil três vezes. “O seu partido [PSDB] cortou salários e deu tarifaços”, disse a petista ao tucano a quem acusou que tomaria medidas impopulares como o corte de empregos.

Tão presente na propaganda eleitoral da presidenta Dilma Rousseff, seu mentor e antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, foi pouco citado por ela no debate desta segunda-feira. Ao invés de se ligar a ele, Rousseff tentou demonstrar uma certa liberdade e o citou apenas uma vez, quando afirmou que sua gestão e a de Lula valorizaram a Petrobras e que ela foi eleita para continuar o trabalho dele. A afirmação foi feita após o tucano Aécio questioná-la se não era o momento de pedir desculpas ao povo brasileiro pelos erros cometidos na empresa, que enfrenta uma crise política e enfrenta uma Comissão Parlamentar de Inquérito no Congresso Nacional.

Polarização

Uma das poucas críticas diretas a Marina foi feita por Aécio, que disse não ver coerência no discurso dela sobre a nova política, já que não subirá no palanque de Geraldo Alckmin (PSDB) para o governo de São Paulo, mas que gostaria de governar ao lado de José Serra (PSDB), a quem recusou apoiar no segundo turno das eleições de 2010. Marina respondeu afirmando que seu objetivo é combater “a velha polarização [entre PT e PSDB] que há 20 anos constitui um atraso para o nosso país” e governar ao lado dos bons quadros de qualquer partido. Para exemplificar essa sua postura, Marina elogiou dois ex-presidentes, Cardoso e Lula. "O Lula não foi gerente, foi um homem de visão estratégica. O FHC não é um gerente, é um acadêmico com visão estratégica"

Durante o debate, Aécio voltou a defender um mandato de cinco anos com o fim da reeleição para qualquer cargo eletivo. Além disso, anunciou que caso eleito presidente, indicará o economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, para o cargo de ministro da Fazenda. A estratégia visa agradar o mercado econômico, já que Fraga foi um dos idealizadores do Plano Real.

Coube aos candidatos nanicos a trazerem temas polêmicos que vão e voltam a cada eleição. Eduardo Jorge, do PV falou sobre a legalização de drogas e aborto, dizendo que é a favor de criar leis para os dois assuntos, enquanto Luciana Genro, do PSOL, tratou de homofobia. O evangélico Pastor Everaldo (PSC) disse ser a favor da redução da maioridade penal.

Nas considerações finais, Marina lembrou da dificuldade em registrar sua candidatura pela Rede Solidariedade e do trauma de perder seu companheiro de chapa do PSB, Eduardo Campos, de quem era vice. Rousseff afirmou quer se manter no poder para continuar o trabalho de Lula. Aécio falou que as candidaturas de suas duas principais adversárias são parecidas. Enquanto Genro incluiu o tucano neste mesmo pacote: "em essência, defendem os interesses do grande capital financeiro. Com essa agenda, não vão atender às vozes do povo".

Até o dia 5 de outubro, data do primeiro turno das eleições, deverão ocorrer ao menos outros três debates entre os principais candidatos à presidência.




Fonte: Blog do Ricardo Noblat

terça-feira, 26 de agosto de 2014

IBOPE: SE ELEIÇÕES FOSSEM HOJE, MARINA VENCERIA


Saem os números oficiais do Ibope na corrida presidencial: a presidente Dilma Rousseff, do PT, tem 34%, contra 29% de Marina Silva, do PSB, e 19% de Aécio Neves, do PSDB; no segundo turno, no entanto, a candidata do PSB seria eleita com 45%, contra 36% da petista; entre Dilma e Aécio, a presidente venceria por 41% a 35%; reviravolta deve esquentar o debate entre os candidatos, que ocorre nesta noite; foram entrevistados 2.506 eleitores entre 23 e 25 de agosto.

DO PORTAL BRASIL 247

PAULO CÂMARA CRESCE 18 PONTOS E ARMANDO CAI 5% 38% A 29%


Do portal G1 PE

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (26) aponta Armando Monteiro (PTB) com 38% das intenções de voto para o governo de Pernambuco, seguido de Paulo Câmara (PSB), com 29%. Os candidatos Jair Pedro (PSTU), Miguel Anacleto (PCB), Pantaleão (PCO) e Zé Gomes (PSOL) aparecem com 1% cada.

No levantamento anterior realizado pelo instituto, em julho, Armando Monteiro aparecia com 43% e Paulo Câmara, com 11%. Encomendada pela TV Globo, a pesquisa é a segunda do Ibope após o registro das candidaturas.

Confira abaixo os números do Ibope para a pesquisa estimulada, em que a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado:

Armando Monteiro (PTB): 38%
Paulo Câmara (PSB): 29%
Jair Pedro (PSTU): 1%
Miguel Anacleto (PCB): 1%
Pantaleão (PCO): 1%
Zé Gomes (PSOL): 1%
Brancos e nulos: 13%
Indecisos: 16 %
 

Rejeição
O Ibope também pesquisou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Confira abaixo:

Zé Gomes (PSOL): 33%
Pantaleão (PCO): 32%
Jair Pedro (PSTU): 24%
Miguel Anacleto (PCB): 23%
Paulo Câmara (PSB): 19%
Armando Monteiro (PTB): 17%
Poderia votar em todos: 12%
Não sabe ou não respondeu: 27%

A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 de agosto. Foram entrevistados 1.512 eleitores em 69 municípios do estado. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) sob o número 00019/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR00424/2014.

O RESULTADO DO IBOPE PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA: MARINA ALCANÇA DILMA


Marina subindo

O aguardadíssimo resultado da pesquisa Ibope que o Jornal Nacional divulgará hoje vai mostrar um novo avanço de Marina Silva. Pela pesquisa, Marina está empatada tecnicamente com Dilma Rousseff no primeiro turno, considerando a margem de erro de 2%.

A pesquisa mostrará Dilma Rousseff entre 31% e 32%, Marina entre 27% e 28% e Aécio Neves entre 18% e 20%.

No segundo turno, Marina aparecerá com dois dígitos à frente de Dilma.

A pesquisa foi feita pelo Ibope entre 23 e hoje. Foram entrevistados 2506 eleitores


Fonte: Veja - Abril - Radaronline

MARINA É SUSPENSE QUE RIVAIS VÊEM COMO DRAMA


O enredo da candidatura presidencial da substituta de Eduardo Campos tornou-se um suspense que seus rivais, naturalmente, assistem como drama. As especulações sobre o crescimento de Marina (21%) avolumam-se desde que o Datafolha informou que ela entrou na briga do tamanho de Aécio Neves (20%).

Nesta terça (26), o Ibope deve divulgar mais uma de suas pesquisas. Candidato a vice-governador na chapa do tucano Geraldo Alckmin, o deputado Márcio França (PSB-SP) previu que a sondagem exibirá um desempenho “arrasador” de Marina. Como que farejando a má notícia, Aécio tentou vacinar-se: é “uma reviravolta momentânea”.

Se a sucessão seguir o ritmo prenunciado pelo Datacorredor, que ecoa as tais sondagens internas dos partidos, as urnas de outubro conterão muita surpresa, espanto, admiração, assombro e ‘sim senhor, quem diria?’. ” De concreto, por ora, pode-se dizer: seja qual for o resultado do suspense de 2014, vai ficando claro que o velho Fla-Flu travado a cada eleição por PT e PSDB dá sinais de esgotamento. Como cão desconfiado, o povo ainda não mordeu. Mas já não balança o rabo como antes.


Fonte: Blog do Josias de Souza

"A HORA DA VIRADA JÁ COMEÇOU" NO PSB DE PERNAMBUCO

Paulo Câmara confia que o resultado de sua aparição nos guias já esteja tornando sua imagem mais conhecida do eleitor
Foto: Facebook

O horário eleitoral gratuito começou a ser transmitido nas cadeias de rádio e TV há apenas uma semana, mesmo assim o candidato ao governo do estado pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), acredita que o desconhecimento em torno de seu nome já começa a ser desfeito. Ontem, durante caminhada no Alto José do Pinho, na Zona Norte do Recife, o socialista disse que o resultado do trabalho que vem desenvolvendo já poderá ser sentido nas próximas pesquisas.

Durante todo o ato, Câmara fez muitas referências a Eduardo Campos, na tentativa de incutir de uma vez por todas na cabeça da população que era o candidato do ex-governador e que será o responsável por dar continuidade aos projetos desenvolvidos nos últimos sete anos. “O obstáculo do desconhecimento está sendo vencido. Eu tenho plena convicção de que nós vamos ganhar as eleições. A gente tem sentido nas ruas que as pessoas querem a continuidade das transformações. Isso já vai ter resultado nas próximas pesquisas”, garantiu.

Procurando mostrar confiança, o pleiteante ao Palácio do Campo das Princesas chegou a dizer que seus concorrentes já estão com medo de sua evolução eleitoral. “Nosso guia já começou. Nós estamos tendo a oportunidade de divulgar nossas ideias e nossas propostas. Nossos adversários já estão começando a ficar nervosos, porque eles estão vendo, estão sentindo nas ruas que a virada começou, que não tem mais brincadeira”, disparou.

Antes da caminhada, pela manhã, o candidato se reuniu com 11 integrantes da força sindical dos portuários, e além de ouvir reivindicações, apresentou propostas que tratam da relação de um possível novo governo socialista com o setor portuário do estado. A categoria garantiu apoio ao candidato socialista.


Fonte: Diário de Pernambuco

RECEPCIONE DILMA E LULA. E GANHE UMA DENTADURA, POR RICARDO NOBLAT

Sou tentado a acreditar, aos 65 anos de idade e 48 de jornalismo, que já vi tudo. Mas que nada! A vida é surpreendente. Os políticos são surpreendentes. Os governantes então... Nem se fala.

Na semana passada, a prefeitura de Paulo Afonso, no norte da Bahia, recebeu um telefonema do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza.

Um funcionário do ministério pediu que se providenciasse uma prótese dentária para a agricultora Marinalva Gomes Filha, dona Nalvina, 43 anos de idade e pessoa muito conhecida no lugar.

Dona Nalvina estava escalada para recepcionar, dali a dois dias, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Os três gravariam cenas para o programa de propaganda eleitoral de Dilma na TV.

Pegaria mal a anfitriã de Dilma e de Lula aparecer com alguns dentes a menos.

Uma vez que a Folha de S. Paulo contou a história, a ministra Tereza Campello, do Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, foi acionada para sair em socorro de Dilma e de Lula.

A ministra explicou que a encomenda de uma dentadura para dona Nalvina não passou de “uma ação de rotina” do seu ministério. Foi além:

- É uma prática nossa. Qualquer situação que a gente identifique, a gente encaminha para o órgão competente - disse.

Quer dizer: dona Nalvina ganhou uma dentadura porque precisava – não porque fosse virar personagem do programa eleitoral de Dilma. Sempre que o ministério sabe de alguém com poucos dentes, aciona as prefeituras. 

Você acredita nisso?
Eu também não.



Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva


Fonte: Blog do Ricardo Noblat

DIRETO DO FACEBOOK DE ANTONIO MARTINS




Antonio Martins de Farias
Sem sombra de dúvida foi-se embora um dos últimos que pensava o Brasil. Fará muita falta ao nosso tão explorado País. Poucos, entretanto, terão a visão que tenho
deste homem que nunca o vi, só lia seus artigos e ouvia suas entrevistas. Ele deixou um legado muito bom para nós.
Basta o Brasil passar a respeitar àqueles que pensam
em um país que seja mais justo e que o Estado não tenha um visão mesquinha de só cobrar tributos de seus cidadãos.
Precisamos de homens que pensem o Brasil, fora da visão de um grande Sindicato, como o que se instalou no poder e com um programa
chamado Bolsa Família, enganou todo mundo e nada fez para criar as condições para nosso Brasil crescer.
Era este Brasil que Antônio Ermírio de Moraes não queria. Ele queria um País que gerasse emprego. Pode até ser que as empresas dele pagassem um dos piores salários, mas só as condições de se criar emprego já basta e o Brasil precisa disso.